Método Evolutivo: Porque Mudar?

October 28, 2015

 

Nos últimos dez anos tive a oportunidade de atender muitas pessoas. Atendi pacientes com lesões e alterações em todas as partes do corpo. A melhor forma de chegar ao diagnóstico biomecânico e tratamento de um paciente foi me dedicar, desde o princípio, a uma abordagem individualizada e personalizada. É impossível ser eficiente sem uma avaliação detalhada, que investigue não só o aspecto biológico, mas também lado psico – social que envolvem a patologia.

 

Além da avaliação cuidadosa, as técnicas de tratamento são fundamentais. Por isso sempre me concentrei no estudo detalhado daquelas técnicas que considero ser eficientes na minha área de atuação, ou seja, que produzam os melhores resultados possíveis. Participei de vários cursos: RPG, Osteopatia, vários de terapia manual, microfisioterapia, Pilates...etc. Atualmente, a maioria dos pacientes que chegam a minha Clínica buscando atendimento, apresentam lesões crônicas, me exigindo preparo técnico e capacidade de raciocínio, representando novos desafios a enfrentar. Como fisioterapeuta isto se traduz em estimulo, pois tenho presente a sensação de felicidade ao dar alta a cada paciente, sabendo que pude contribuir no reestabelecimento de sua saúde ou, pelo menos minorar o seu sofrimento.

 

Cada um de nós esta construindo uma história, que só tem serventia caso revele fatos que nos orgulhe ou que nos agregue experiências e conhecimentos. Partindo desta premissa, gostaria de compartilhar alguns fatos e considerações. Devo dizer que tracei como lema profissional a seguinte frase: “Meu paciente chega mal na minha Clínica, mas deve sair MELHOR do que era antes da lesão, tanto no aspecto físico  como no comportamental”. Em cerca de 80% dos casos, os HÁBITOS levaram o paciente a se machucar. Por isso, o ato de tratar uma pessoa, significa utilizar técnicas de fisioterapia dentro do consultório e também ensinar quais mudança de hábitos devem ser efetuadas no dia-a-dia. Assim se chega a cura de uma lesão do aparelho locomotor. 

Certo dia, observando e analisando exames daqueles pacientes que já haviam recebido alta da fisioterapia e já estavam praticando Pilates, constatei junto ao meu colega Carlos Salerno Gonçalves que muitos NÃO PARECIAM e  NÃO ESTAVAM saudáveis. Tinham aprendido comigo muito sobre mecânica corporal, mas apresentavam sobrepeso/obesidade e estavam com os exames de sangue muito alterados.

 

A conclusão que chegamos é que não basta dispor do melhor fisioterapeuta/professor, aprender as melhores orientações biomecânicas ou praticar as “melhores técnicas do momento”. Ações em outras esferas (que chamamos de pilares) são imprescindíveis, sob pena dos pacientes voltarem a conviver com problemas de saúde.

 

 

Observando tal discrepância entre movimentos adequados e saúde geral, desenvolvemos o Método Evolutivo. Ele é resultado de um estudo minucioso feito com muita dedicação. Nele apresentamos a nossa visão, embasamento e ações sobre os pilares alimentação, exercício físico e repouso. Também disponibilizamos todo um sistema de avaliação e condutas simples, para que cada individuo possa atingir seus objetivos, melhorando o seu GRAU EVOLUTIVO. 

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